17. Guerreiro das Estradas

Guerreiro das Estradas

Guerreiro das Estradas

Título original em Inglês:
Freeway Fighter

Título em Português (PT):
Não editado em Portugal

Numeração original: # 13

Autor:
Ian Livingstone

Lançamento:
Junho de 2016

Ilustrações:
Kevin Bulmer

Ilustração da capa por:
Rodney Buchemi e Giovanna Guimarães

Tradução para Português-BR:
Gustavo Brauner

Em 2022, a população mundial foi dizimada por um vírus mortífero. Você é um dos poucos sobreviventes morando na cidade fortificada de Nova Esperança. Lá fora vagam os novos bárbaros – morte e destruição são seu modo de vida.

Sua missão é dirigir até San Anglo e trazer suprimentos vitais. Mesmo no seu interceptor blindado, armado com metralhadoras e mísseis, a jornada será muito perigosa. Você tem o que é necessário para sobreviver?

“O Guerreiro das Estradas” é o primeiro livro de Ian Livingstone ambientado em um cenário diferente da fantasia medieval clássica. Estamos em um período desconhecido do século XXI. O mundo como o conhecemos foi completamente dizimado por um vírus desconhecido que matou mais da metade da população mundial no ano de 2022, justamente quando a civilização parecia ter descoberto um caminho para uma paz duradoura e promissora. Cidades inteiras foram abandonadas e lugares férteis se transformaram em verdadeiros desertos. As pessoas passaram a matar outras por pequenas quantidades de alimentos. Os sobreviventes se dividiram em duas facções. A primeira se reuniu para tentar reconstruir a civilização, enclausurada em pequenas comunidades protegidas como fortalezas, vivendo da agricultura e compartilhando um modo de vida socialista. O segundo grupo decidiu é exatamente o oposto. Viraram os novos bárbaros, vivendo dos saques, dos roubos, dos assassinatos e da destruição de qualquer forma de vida diferente daquela que compartilha a visão do caos, da desordem e da anarquia. Este grupo vive em motocicletas, carros e outras máquinas, destruindo e desafiando todos aqueles que tentam sobreviver de maneira organizada e civilizada. O protagonista da história é um dos sobreviventes do primeiro grupo. Vivendo em uma comunidade chamada Nova Esperança, os moradores do lugar decidiram se unir para garantir a sobrevivência de todos. Juntos plantam, colhem e criam animais em prol do bem geral. No entanto muitas das máquinas utilizadas nas lavouras e na produção de alimentos precisam de combustível para operar normalmente e a falta deste poderia gerar uma crise de fome na comunidade uma vez que a alimentação de todas estaria seriamente ameaçada. No entanto, os aldeões de Nova Esperança receberam uma irrecusável proposta vindo da distante cidade-refinaria de San Anglo, onde os moradores aceitariam trocar 10.000 litros de combustível em troca de sementes e grãos que seriam utilizados para a produção de alimentos. Sabendo dos efeitos benéficos que o combustível traria para a comunidade e também da garantia de vida da sociedade pelos próximos anos, os aldeões procuram alguém experiente, corajoso e inteligente para ir sozinho até San Anglo, percorrendo as perigosíssimas estradas abandonas e repletas de bandidos e bárbaros e então, resgatar o combustível.

O voluntário escolhido estará armado com um revólver, munição e uma faca, mas também estará equipado com uma poderosa máquina de quatro rodas: um Dodge Interceptador equipado com metralhadoras, foguetes, estrelas de ferro para furar pneus de perseguidores indesejados, latas de óleo e estepe. O mundo fora de Nova Esperança está incrivelmente mudado: cidades inteiras estão abandonadas, ruas estão cheias de mato, carcaças de carros e outros veículos estão jogados ao léu nas estradas e animais encontram-se espalhados por todos os cantos. Durante o percurso o herói poderá interagir com diversos personagens que decidiram viver fora das pequenas comunidades. Embora a maioria seja representada por bandidos bárbaros perigosos, montados em motocicletas, outros preferem viver trabalhando por conta própria, seja consertando veículos ou vendendo outros produtos. Por diversas vezes o protagonista poderá ser surpreendido por bandidos dirigindo verdadeiras máquinas de guerra que vão tentar destruí-lo por simples diversão! Prédios que, aparentemente em seu exterior aparentam segurança para passar a noite, podem esconder emboscadas, tramadas por caçadores que pretendem assaltar e matar o protagonista. Animais selvagens, armadilhas na estrada, acidentes naturais como avalanches e pontes quebradas podem se tornar obstáculos ainda mais perigosos que os próprios bandidos.

“O Guerreiro das Estradas” é um livro muito divertido, principalmente para quem é fã de veículos, pois mostra vários campos de possibilidades de uma excelente aventura de carros, como perseguições, tiroteios, ralis incrivelmente bem detalhados e máquinas de quatro rodas altamente sofisticadas. Praticamente inspirado nos filmes de Mad Max, a história apocalíptica da aventura é bem escrita, com alguma dose de humor, e embora possua 380 referências, é uma aventura extremamente linear, bem ao estilo Ian Livingstone de se escrever. Para se chegar em segurança até San Anglo será necessário coletar combustível para o carro. Em diversos momentos a aventura simplesmente terminará se o herói não conseguir encontrar gasolina suficiente para abastecer o veículo. Infelizmente esse é o grande empecilho da aventura, uma vez que a maior dificuldade da aventura não será escapar dos bandidos propriamente ditos, mas a busca por combustível se torna praticamente uma constante que acaba se tornando enfadonho durante o percorrer da história. Em uma dessas buscas o protagonista deverá participar de uma corrida de carros bem ao estilo “Velozes e Furiosos” contra o maior corredor de uma das gangues (inclusive com uma cantada no final de uma das mulheres do evento). Para quem acha que a história termina ao chegar em San Anglo está completamente enganado. Uma gangue de arruaceiros conhecidos como Cães malditos, pretende fazer um ataque à cidade para tomar posse da refinaria e comprometer o sucesso de sua missão. Uma batalha terrível poderá ser travada na cidade e o herói será decisivo para sua vitória. Embora “Guerreiro das Estradas” não seja realmente a melhor das aventuras dos livros-jogos, pois não é o estilo de Ian Livingstone, de fato é uma aventura cuidadosamente construída e – para quem é fã de Mad Max com certeza terá uma ótima diversão.

Notas e curiosidades:

  • A primeira galeria de ilustrações para o livro aparentemente foi rejeitada por Ian Livingstone no último momento. Kevin Bulmer teve que refazer todas as ilustrações em um período de apenas 9 dias para poder satisfazer o escritor.
  • Ian Livingstone é fã incondicional de Fórmula 1 e aparentemente foi uma de suas inspirações para escrever este livro.
  • Há diversas referências de carros famosos que foram incluídos na aventura para dar mais veracidade à história como Chevrolet, Ford, Toyota, Commodore e Jaguar.
  • Embora não seja explicitamente citado o ano atual e nem o lugar da terra onde se passa a aventura, tudo leva a crer que se passa nos Estados Unidos da América, graças ao jornal datado na seção “introdução” (New York) e a ilustração de um “Café”, estabelecimento típico em lugares como o Texas e Nevada, nos Estados Unidos.
  • Embora a tradução brasileira, na seção “introdução”, tenha posto que a final da Copa do Mundo de 2022 na Austrália tenha sido travada entre Inglaterra e Brasil, na tradução original a final é entre Inglaterra e Estados Unidos.
  • Uma revista em quadrinhos foi produzida com a temática desse livro, clique aqui para conferir.

Localização: Terra
Localidades: América do Norte (carece de fontes).
Referências: 380
Ilustrações: Existem 32 ilustrações de página inteira e 5 ilustrações menores que se repetem. Os parágrafos que contém as ilustrações de página inteira são: 1, 13, 24, 34, 49, 60, 78, 90, 102, 115, 128, 138, 147, 158, 167, 178, 190, 207, 211, 221, 241, 257, 269, 271, 281, 291, 311, 321, 331, 341, 351 e 372.

Encontros:

  • Bandido
  • Biga
  • Buggy de Areia
  • Cão da Perdição
  • Cão Selvagem
  • Carro Blindado
  • Carro de Passeio
  • Chevrolet Vermelho
  • Commodore
  • Duelista
  • Ford Amarelo
  • Helicóptero
  • Jaguar E-Type
  • Lobo
  • Moto
  • Moto e Sidecar
  • Motocicleta
  • Motoqueiro
  • O Animal
  • Salteador
  • Toyota

Erratas:

  • Em análise…

compre-aqui

Review por: Thiago Macieira

Anúncios

16. A Espada do Samurai

A Espada do Samurai

A Espada do Samurai

Título original em Inglês:
Sword of the Samurai

Título em Português (PT):
A Espada do Samurai

Numeração original: # 20

Autores:
Mark Smith e Jamie Thomson

Lançamento:
Março de 2016

Ilustrações:
Alan Langford

Ilustração da capa por:
EdH Müller e Ricardo Riamonde

Tradução para Português-BR:
Gustavo Brauner

O reino de Hachiman está em grave perigo. Bandidos vagam livres pelas estradas e invasores bárbaros atacam dentro das fronteiras. Tudo isso porque a Dai-Katana – a grande espada Morte Cantante – foi roubada do xogum.

VOCÊ é o campeão do xogum, um jovem samurai. Sua missão é recuperar a fabulosa espada das mãos de Ikiru, o Mestre das Sombras, que a mantém escondida nas profundezas de Onikaru, o Poço dos Demônios. Trilhe o caminho do guerreiro e salve Hachiman… Ou morra tentando!

Nesta aventura única, a série fantástica de livros-jogos nos leva até a distante terra de Hachiman, na costa leste de Khul. Sua cultura é completamente diferente de todo o resto de Titan, pois seu povo é constituído em sua maioria de camponeses que trabalham na lavoura e na agricultura em terras de nobres ricos, que obedecem a um senhor maior e controlador de toda a nação, o Xogum, que mantém seu poder na capital, Konichi. Esses nobres que governam Hachiman depositam a segurança da terra em homens de confiança e habilidosos lutadores denominados samurais. Os samurais são guerreiros, exímios espadachins e fortemente ligados a seu senhor em uma espécie de vassalagem e suserania. São eles que garantem a segurança da região e do regime feudal, defendendo as fronteiras e os territórios de seu senhor dos bárbaros e bandidos de outras regiões de Khul. O principal elemento que garante até hoje o poder do xogum é uma espada mágica denominada Morte Cantante, cujo poder oculto acredita-se ter sido depositado pelos deuses e que é a principal responsável pela estabilidade de Hachiman e pelo reconhecimento do poder do Xogum Kihei Hasekawa pelos outros nobres e barões da terra. Diz-se que aquele que conseguir descobrir o segredo da Espada, dominará Hachiman, e somente o xogum conhece esse segredo. Um dia, no entanto, a preciosa espada foi roubada do xogum por um maligno e misterioso ser conhecido como Ikiru, o Mestre das Sombras, que vive nas Montanhas Shios’ii em um lugar de ruínas conhecido como Onikaru, o temido “Fosso dos Demônios”. Sem a espada mágica, o poder do Xogum se enfraquece a cada dia conforme nobres rebelados declaram independência de suas terras e atacam os territórios vizinhos ampliando suas fronteiras. Bárbaros selvagens atacam o território e bandidos andam livremente atacando vilas e camponeses. O caos promovido pelo roubo da espada levará em breve a terra de Hachiman à anarquia. A única esperança do xogum será depositar toda sua confiança em seu mais capacitado e leal servo e campeão, um jovem samurai (o protagonista) que deverá sozinho percorrer o território em direção a Onikaru, o Fosso dos Demônios, e recuperar a Morte Cantante em poder de Ikiru. O herói é um grande seguidor do Bushido, “o caminho do guerreiro” e especialista em Kenjutsu, “a arte da espada”. O Mestre das Sombras, por sua vez, planeja juntar as principais forças do caos, bem como fantasmas e demônios para dominar toda a terra de Hachiman. Além de sua habilidade com a katana (espada longa) e com a wakizachi (espada curta), o protagonista terá a escolha de uma de quatro especialidades de combate: Kyujutsu (arco e flecha), Iaijutsu (saque rápido com a Katana), Karumijutsu (saltos mortais) e Ni-to-kenjutsu (luta com duas espadas). Então munido com a devida habilidade e também com seu código de honra, o leitor poderá dar início a aventura. Há dois caminhos principais para Onikaru. A mais curta segue em direção à Floresta das Sombras e passa pela Ponte Hagakura enquanto o segundo caminho, mais longo, passa pelo vau do rio e pelo pântano Mizokumo, lar das aranhas gigantes.

Este com certeza é um dos principais livros da série e que convida o leitor se tornar herói de uma aventura diferente. O cenário da história é inspirado no Japão feudal, com toda a sua cultura samurai e também de monstros do folclore japonês como o Tatsu, um dragão mágico sem asas, os kappa’s, monstros que vivem nos rios, e os temidos Rokuro-Kubi, criaturas mortas-vivas que conseguem desprender suas cabeças dos corpos para caçar. A cultura dos samurais japoneses também foi mantida de maneira exemplar. Há Ronins (samurais sem senhores), há Ashigarus, (casta de guerreiros inferior dos samurais) e o código de honra dos samurais, o Bushidô. É através desse código que o leitor passará pelos perigos da história, seja defendendo os mais fracos, impedir que seu senhor seja envergonhado, eliminar aqueles que se opõem ao regime do Xogunato, etc. Caso a Honra do samurai esteja tão baixa devido as suas atitudes no decorrer da história, ele será obrigado a cometer o Seppuku ou Hari-kiri, um suicídio para lavar sua alma e recuperar sua honra. A busca pela Espada Morte Cantante levará o leitor a uma terra de perigos. Dependendo do caminho que ele esconder ele deverá confrontar bárbaros, samurais de nobres renegados, revolta de camponeses e ronins. No entanto é depois da primeira parte da história que o livro fica mais difícil à medida que percorre o interior selvagem de Hachiman, o protagonista deverá confrontar monstros e criaturas poderosas que testarão ao máximo as habilidades do samurai. Seja passando por uma vila infestada de Rokuro-Kubi ou adentrando um pântano repleto de aranhas gigantes, muitos perigos serão jogados no samurai aventureiro antes de confrontar seu destino em Onikaru. Antes de confrontar Ikiru, o samurai deverá derrotar o maior aliado dele, o Daí-Oni, um demônio-feiticeiro e seus três servos grotescos. Para isso ele deverá confrontá-lo na Arena de um lugar conhecido como Eixo dos Planos. Lá, com a ajuda de aliados importantes, haverá uma batalha de vida ou morte observada pelos próprios deuses que definirão quem de fato merece ter direito a espada mágica.

Uma aventura muito inteligente, com enredo bem planejado e com dois excelentes caminhos de aventura a se escolher repleta de situações inovadoras, como um ataque secreto à fortaleza de um nobre rebelado ou a busca das águas do conhecimento são pequenas situações que demonstram o quão rico é este livro. A riqueza de detalhes da cultura do Japão medieval também se faz presente nesta história, seja com a hierarquia de castas (samurai, senhor, camponês) seja com os nomes de animais, armas e outros objetos e também as tradições militares. O fato de estar sempre ligado ao código de honra samurai impede o leitor de fazer certas atitudes e restringe um pouco sua liberdade, diferente de outros jogos, mas é isso que faz de “A espada do samurai” um livro muito legal. O fato de estar com a Honra elevada facilitará bastante a batalha contra o Mestre das Sombras no final do livro. Ele é uma criatura vil repleta de poderes e se o leitor conseguir descobrir o segredo da Espada Morte Cantante, tudo será muito mais fácil, exceto se o próprio leitor botar tudo a perder. Enfim, uma ótima leitura, principalmente para quem é fã de mangás japoneses de histórias de samurais e sempre quis estar na pele de um, como é o caso deste crítico que vos escreve.

Notas e curiosidades:

  • Este livro possui um novo atributo “Honra”, baseado no código do Bushidô dos Samurais. Caso a honra do protagonista chegue a 0, este deverá cometer Seppuku (suicídio).
  • Este é o primeiro livro publicado no Brasil baseado no continente de Khul.
  • Os mortos-vivos conhecidos como Rokuro-Kubi são conhecidos como Nuke-Kubi no Japão.
  • Há uma curiosidade na seção histórico. O narrador diz que Titan é dividido em três continentes, Allansia, Kakhabad e Khul. Kakhabad seria na verdade O Mundo Antigo, mas deve ser como os moradores de Hachiman conhecem em seus mapas o Mundo Antigo.
  • O isolamento de Hachiman do restante do mundo coincide com o histórico isolamento do Japão do restante do mundo por vários séculos, o que fez desenvolver uma cultura homogênea.
  • Este foi um dos primeiros livros a apresentar uma lista de “habilidades especiais” das quais o jogador pode escolher e que afetam consideravelmente o jogo. Embora tenha sido precedido pelo “Encontro Marcado com o M.E.D.O” com escolha de talentos particulares, estes são réplicas de habilidades “normais” e não de super-poderes.
  • Este livro possui referências trocadas em alguns países e edições devido às respostas de algumas charadas que possuem no mesmo serem o resultado de somas das posições das letras da resposta no alfabeto e, como estas palavras possuem letras diferentes em cada idioma, o resultado destas somas são diferentes, com isso, levando à referências diferentes em cada idioma.

Localização: Khul, Titan.
Localidades: Konichi, Floresta de Sombras, Pântano Izokumo, Ponte Hagakura, Hachiman, Montanhas Shios’ii.
Referências: 400
Ilustrações: Existem 30 ilustrações de página inteira e 6 ilustrações menores que se repetem. Os parágrafos que contém as ilustrações de página inteira são: 1, 8, 22, 30, 34, 66, 68, 75, 76, 78, 82, 95, 98, 110, 121, 126, 136, 138, 149, 155, 158, 185, 195, 201, 220, 250, 294, 378, 379, 385 e 397.

Encontros:

  • Alce Negro
  • Aranha da Água
  • Aranha do Alçapão
  • Carcereiro
  • Cavaleiro Samurai
  • Dai-Oni
  • Demônio das Sombras
  • Esqueleto
  • Fazedor de Carvão
  • Fênix
  • Gargantus
  • Ginsei, o Ronin
  • Grande Serpente
  • Guarda
  • Guarda Shikome
  • Guarda-Costas de Tsietsin
  • Guerreiro Samurai
  • Ikiru
  • Kappa
  • Lançador de Fogo
  • Lorde Tsietsin
  • Louva-a-Deus Demônio
  • Marmota
  • Mukade
  • Renegado
  • Rokurokubi
  • Samurai
  • Samurai de Prata
  • Samurai Morto-Vivo
  • Shikome
  • Shura
  • Tatsu
  • Tigre Dentes-de-Sabre
  • Totatekumo

Erratas:

  • Referência 46: Onde se lê “Caso seja igual ou maior…”, leia “Caso seja maior…”.
  • Referência 74: Onde se lê “Dao-Oni”, leia “Dai-Oni”.
  • Referência 170: Onde se lê “Se for igual ou menor…”, leia “Se for igual ou maior…”.

compre-aqui

Review por: Thiago Macieira

Erratas por: Jhonata Almeida